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Governo investe em ações preventivas e ostensivas para a redução da violência contra as mulheres

Terça-feira, 14 de Março

Contra violência

O Governo de Goiás tem investido em programas e obras para atuar preventiva e ostensivamente na redução da violência contra as mulheres. Garantir seus direitos, reconhecer seu valor na sociedade e no mercado de trabalho, capacitar para reduzir desigualdades e garantir mecanismos para que a lei seja cumprida. Em Goiás, uma rede de atendimento à mulher foi criada para combater e amparar as vítimas e seus descendentes. Os avanços das políticas públicas podem ser constatados. Em 2016, o governo promoveu a capacitação de mais de 2,5 mil pessoas em 70 municípios, nas áreas da educação, segurança e outras com serviços prestados à mulher.

Atualmente 22 delegacias fazem o atendimento especializado à mulher: Águas Lindas, Anápolis, Aparecida de Goiânia, Caldas Novas, Catalão, Formosa, Goianésia, duas em Goiânia, Itumbiara, Jataí, Luziânia, Mineiros, Novo Gama, Planaltina, Porangatu, Rio Verde, Santo Antônio do Descoberto, Senador Canedo, Trindade, Uruaçu e Valparaíso. Segundo a delegada titular da 1ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam Centro), Ana Elisa Gomes Martins, as mulheres denunciam mais seus agressores e estão solicitando medidas protetivas do Estado.

Ela avalia como positiva a mudança de postura das mulheres que, segundo explica, estão mais intolerantes às agressões e buscam soluções definitivas para os conflitos. “Podemos observar essa evolução cultural que ocorre naturalmente, de tanto se discutir o assunto e se divulgar os serviços de proteção”, avalia a delegada. De acordo com Ana Elisa, embora os registros de ocorrências de violência doméstica tenham praticamente se mantido nos últimos anos, houve um aumento expressivo no número de solicitações de medidas protetivas encaminhadas pelas vítimas ao Judiciário por meio da Delegacia da Mulher.

Segundo ela, em 2014, foram 368 solicitações. Em 2015, esse número quase dobrou, chegando a 656. Já em 2016, foram 1.250 solicitações de medidas protetivas contra agressores só em Goiânia. Ela ressalta ainda que, em 2014, foram 3.200 ocorrências registradas na capital. Em 2015 e 2016, esse número chegou a 3.800 casos de registros de violência doméstica. Ana Elisa observa, ainda, que só nos meses de janeiro e fevereiro deste ano, cerca de 600 ocorrências foram registradas na capital.

O Estado de Goiás é um dos poucos estados brasileiros que têm uma Delegacia da Mulher que funciona 24 horas. “A gente sabe que esse tipo de crime acontece na maioria das vezes à noite ou nos fins de semana e é importante que essa vítima tenha acesso ao serviço policial na situação de emergência”, acentuou a titular da Deam Centro.

Avanços
O Governo de Goiás criou ainda, os Grupos dos Autores dos Crimes de Violência Doméstica em Goiânia e Aparecida, com resultados bastante satisfatórios onde os participantes não reincidiram no crime. Em convênio com o Tribunal de Justiça e a PUC, são prestados atendimentos psicológicos aos homens autores de violência doméstica em cumprimento de pena de acordo com a determinação compulsória dos juízes das Varas de Violência.

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